No mundo das cervejas, tem muita coisa para ser descoberta.

Por que não cerveja com MENTA?

Se o anúncio da KOLD-Cerveja com Menta
chamou a sua atenção, bom sinal: você gosta
de cerveja e também de publicidade. 
Se você trabalha para uma marca de cerveja,
melhor ainda, porque o anúncio que o trouxe
aqui é exatamente dirigido a você, que cuida
do marketing de uma marca de cerveja.
 
A criação da cerveja com MENTA foi uma ação
de guerrilha desenvolvida pela agência MENTA
para levar até você um recado: que tal deixar
uma das suas marcas nas mãos de quem sabe
pensar fora do engradado, realmente tem muita
experiência no assunto e conhece o mercado
cervejeiro?
 
O mercado de cervejas mainstream ainda é 
a grande fatia desse bolo, mas muita coisa nova
e interessante vem surgindo. O que isso
significa você já sabe: cuide, cresça, precifique,
desenvolva mercados. Não existe guerra
ganha; o mundo das cervejas é uma batalha
diária de comunicação, distribuição, positivação
e execução.

No meio desse tiroteio todo, o consumidor
gosta de ser bem orientado, e é aí que a boa
comunicação vai fazer toda a diferença.

Ok, mas por que a MENTA?

Porque a MENTA é uma agência nova, com um
novo formato, pensada para o novo consumidor,
mais informado, mais bombardeado e cada
vez com menos saco para comunicação chata
e sem alma. 

Refresque a comunicação da sua marca
com a MENTA.

Na liderança da agência está Flavio Casarotti,
profissional premiado que já cuidou
da comunicação de várias marcas de cerveja no país e ajudou a registrar alguns
bons capítulos da história da comunicação
no segmento.
 
Uma história gelada, e com dois dedos
de espuma, que começa com a marca Antarctica, passando pela Bohemia, seguindo com a Nova Schin, depois Heineken, Sagres, Kaiser, Crystal, Itaipava etc. 

 
 
 

A “recém-lançada” cerveja Bohemia, uma  marca de 1843, inaugurava o segmento premium entre as cervejas nacionais. Se a primeira campanha remetia à sua história e origem no Brasil imperial, o próximo passo foi ensinar o brasileiro um pouco mais sobre o universo da cerveja. Pela primeira vez, o grande público aprendia sobre como servir um copo corretamente, qual o papel do mestre-cervejeiro, a maltagem, o lúpulo e a fermentação, colocando a cerveja num contexto mais interessante e complexo do que uma simples loira gelada. 

Foi o início de uma história de segmentação dentro do mundo das cervejas, que hoje amadurece rapidamente. 
O esforço de comunicação foi multiplataforma, 
a Enciclopédia Bohemia nas revistas
e no digital, a criação do evento Comida
de Boteco, a positivação dos PDVs, 
os lançamentos da família Bohemia, 
tudo se complementava e construía-se um conceito de marca que é forte até hoje.

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Em 2007, a Heineken disputava o mercado
das long neck premium com a Miller e Stella Artois e pretendia aumentar a sua participação no mercado de cervejas expandindo a base
de consumidores. Com o lançamento das novas SKUs de 600ml e do Keg de 5l, o conceito “Chegou a Heineken para dividir” tomou conta da comunicação. Materiais de PDV, campanhas, ativações e ações com formadores de opinião foram alguns dos meios usados pela
cervejaria para reposicionar a marca e ampliar
as situações de consumo. 

Além de cerveja noturna, de balada, 
de consumo individual, a Heineken passaria
a ser também uma cerveja de mesa de bar
e do grupo de amigos. Como resultado
da campanha e das ações, as vendas saíram de 66.000 hectolitros (2006) e ultrapassaram
a marca dos 100.000 hectolitros (2008), 
sendo a embalagem de 600ml a principal responsável pelo crescimento. 
Até abril de 2008, o lançamento da Heineken
de 600ml atingiu mais de 41% da meta do ano
e foi responsável por 22% do volume total
da Heineken no período.

 
 
 

Em 2011, a cerveja Itaipava havia conseguido
uma boa participação no mercado, mas vinha
sofrendo perdas pela falta de prestígio da
sua marca. Ela tinha um bom custo x benefício,
mas não era uma marca desejada. A marca
precisava receber um reposicionamento. 
O primeiro passo foi na comunicação através
da criação do conceito: "Itaipava. 
A cerveja 100%", um qualificador que serviu
de base para a reconstrução estética
de discurso e linguagem semiótica do produto.
Sob a direção de Casarotti, iniciou-se
um processo que envolveu diversas disciplinas
da comunicação: reestruturação da linguagem

publicitária, ATL e BTL, ativação, embalagem,
 face lift da frota, patrocínios, presença digital,
estratégia de mídia, lançamentos de submarcas. 
Os novos comerciais da Itaipava passaram
a frequentar diversas vezes a lista
dos comerciais preferidos e a marca ficava
entre as mais lembradas (DataFolha). 
Além disso, a Itaipava começava a ganhar
mais brilho e já era notada como parte
da Big League das cervejas mainstream
no Brasil. Todo esse trabalho amparou o avanço
da companhia para novos mercados e ajudou
na conquista da 2ª posição no ranking nacional como maior cervejaria do país.

 
 
 
 
 
 

Se você gostou dessa história, será um prazer bater um papo sem compromisso com você.

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